30/03/2016

Uma jornada de amor próprio - Diário de Bordo #7

Desde que eu me entendo por gente, ouvi o quão ruim eu era. E mesmo agindo bem e fazendo coisas boas, eu ainda era a errada, a inadequada e a má da história. Não importasse se eu fizesse tudo certo. O senso de indignidade e incapacidade prevaleciam. A necessidade de provar o meu valor para aqueles que eu amava também. Mas algo lá dentro pedia para que eu visse isso por outro ângulo. Era algo que dizia mais ou menos assim: '- Não é você, são eles que não estão enxergando você direito." Então eu pensei, oras, ninguém pode ser tão bom e tão ruim em tudo. Todos nós temos uma combinação de pontos fracos e fortes. Sim eu tinha coisas maravilhosas em mim e talvez eles não pudessem ver ou aceitar. Sim eu tinha limites e dificuldades, experiências e capacidades, habilidades e inabilidades. Eu era a soma de tudo isso. E mais, eu não precisava provar nada para ninguém. Eu era o que eu era. Eu era o que sabia ser, o que podia ser e o que achava certo ser. Eu tinha o meu valor e bastava eu saber isso, mesmo que mais ninguém pudesse reconhecê-lo em mim. E eu era livre para ser eu, e, gostassem ou não, eu iria ser mesmo assim. A jornada de amor próprio iniciou-se com uma profunda aceitação pessoal, que veio junto com um grande autoconhecimento e que me despertou para uma consciência mais elevada de mim mesma. Autoconhecimento Conhecer a si mesmo, na minha opinião, significa usar seus pontos fortes para melhorar a sua vida e as vidas dos outros. Conhecer os seus pontos fracos é saber quais aspectos seus precisam de mais atenção e desenvolvimento para a sua evolução. Teus pontos fortes não te tornam superior a ninguém. Teus pontos fracos também não te diminuem em nada. Quando você se conhece você se livra da necessidade de impressionar para ser aceito ou ganhar aprovação alheia. Autoaceitação Sabendo quem você é, é sê-lo! Nem mais nem menos. É irradiar de dentro para fora o você inteira, o você integra e incondicionalmente É se respeitar É aprender com você mesma É confiar em todas as suas partes e em como elas existem em você Grandeza É se amar É reconhecer a magia universal no dia-a-dia É ser luz na escuridão É se descobrir originalmente sagrada e divina
Assim, trilhei o caminho da autoestima, ou melhor do amor-próprio. E quanto mais me conheci, mais digna me senti, mais livre emocionalmente me tornei, mais compaixão nas relações humanas pude ter, mais autoconfiante agia e mais a minha alma se expressava.
E assim me tornei essa que sou hoje, alguém que deseja ensinar e compartilhar a minha aprendizagem. Por mim, Silvia Parreira* *Relato Pessoal ;)


"NOSCE TE IPSVM (Conhece-te a ti mesmo) e entenderás os deuses e o universo" Aristóteles


Diário de Bordo é uma série de relatos pessoais e profissionais (mediante autorização prévia do cliente, é claro), que tem por objetivo compartilhar o que eu aprendi ao longo da minha jornada profissional, como professora, empreendedora, terapeuta, consultora, conselheira e coach. 
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